segunda-feira, 16 de setembro de 2013

Metas

Metas grandes ou pequenas? Qual é a sua? 

Jack Welch, um dos maiores administradores dos últimos cem anos, tem uma frase sensacional sobre metas. Ele diz: “Meta boa é aquela que você não tem a menor idéia de como vai alcançar, pois se você sabe, você tem sua meta, você vai lá e faz. Não há o que discutir.”

Fiquei pensando e concluí que compartilho integralmente desse ponto de vista. Meta boa é aquela que você não sabe como vai atingi-la. Meta boa é aquela que faz a gente sair da zona de conforto e perseguir um resultado nunca antes atingido. É aquela que te estimula a estudar, a inovar, a tentar novas possibilidades, a inventar e investir em novas ferramentas e atualizar a sua gestão.  É aquela que faz você ser um Stephen King, um Walt Disney ou Santos Dumont.

Santos Dumont, por exemplo, não sabia como, mas queria voar. Voar era a meta. Walt Disney sonhava em ter um estúdio de cinema e um complexo de diversão e desconhecia o caminho. Eles não tinham a menor idéia do que iam fazer, mas descobriram. Eles criaram a estratégia, desenvolveram procedimentos, inventaram métodos, se debruçaram, trabalharam duro, buscaram seu objetivo. Cada um focado no seu objetivo.

A Meta boa tem que ser estimulante, tem que ser o que a visão de uma empresa é. Ela é o futuro, é onde você quer chegar. A Meta tem que ser grandiosa, heróica, absurda. Pois quando você estabelece uma meta absurdamente desafiadora, você cria em você estímulos e esforços para que você ultrapasse a meta banal, aquela que é apenas uma bobagenzinha.


Meta fácil, acessível, essa qualquer um faz. Mas ir lá na frente, na meta impossível e gerar o esforço necessário e o trabalhar duro? É possível, claro, que não se possa conseguir o planejado. E Então o que fazer? A minha sugestão é foco, trabalho pesado, perseverança, metas grandiosas e capacidade de resistência a frustração.
 Quer dizer, meta, coragem e resiliência. Quem vai comigo? 


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