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| Metas grandes ou pequenas? Qual é a sua? |
Jack Welch, um dos maiores administradores dos últimos cem anos, tem uma
frase sensacional sobre metas. Ele diz: “Meta boa é aquela que você não tem a
menor idéia de como vai alcançar, pois se você sabe, você tem sua meta, você
vai lá e faz. Não há o que discutir.”
Fiquei pensando e concluí que compartilho integralmente desse ponto de
vista. Meta boa é aquela que você não sabe como vai atingi-la. Meta boa é
aquela que faz a gente sair da zona de conforto e perseguir um resultado nunca
antes atingido. É aquela que te estimula a estudar, a inovar, a tentar novas
possibilidades, a inventar e investir em novas ferramentas e atualizar a sua
gestão. É aquela que faz você ser um Stephen
King, um Walt Disney ou Santos Dumont.
Santos Dumont, por exemplo, não sabia como, mas
queria voar. Voar era a meta. Walt Disney sonhava em ter um estúdio de cinema e
um complexo de diversão e desconhecia o caminho. Eles não tinham a menor idéia do que
iam fazer, mas descobriram. Eles criaram a
estratégia, desenvolveram procedimentos, inventaram métodos, se debruçaram,
trabalharam duro, buscaram seu objetivo. Cada um focado no seu objetivo.
A Meta boa tem que ser estimulante, tem que ser o que a visão de uma
empresa é. Ela é o futuro, é onde você quer chegar. A Meta tem que ser
grandiosa, heróica, absurda. Pois quando você estabelece uma meta absurdamente
desafiadora, você cria em você estímulos e esforços para que você ultrapasse a
meta banal, aquela que é apenas uma bobagenzinha.
Meta fácil, acessível, essa qualquer um faz. Mas ir lá na frente, na
meta impossível e gerar o esforço necessário e o trabalhar duro? É possível,
claro, que não se possa conseguir o planejado. E Então o que fazer? A minha
sugestão é foco, trabalho pesado, perseverança, metas grandiosas e capacidade
de resistência a frustração.
